Primeiras medidas da diretoria do Botafogo animam. Não pode perder a mão

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Discurso de posse de Durcesio Mello como presidente do Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

A nova diretoria do Botafogo praticamente assumiu o clube no sábado. Afinal de contas até a noite de sexta-feira era esperar o inevitável e tentar lidar da melhor maneira possível com os brindes deixados por Nelson Mufarrej e sua tropa. Mas as primeiras medidas animam. Pelo menos dão a entender que os problemas estão sendo atacados.

A demissão de Túlio e Eduardo Barroca foram acertadas. O perfil precisa ser outro para 2021. A escolha de Barroca, inclusive, que foi gerada pela desistência de manter Ramón Díaz, no meu entender foi o tiro final nas chances de se manter na elite do futebol nacional.

As possíveis trocas no departamento médico também são necessárias e tudo indica que serão feitas. Não estamos querendo procurar culpados, mas poucos clubes apresentam tantas dificuldades de se recuperar os jogadores como o Botafogo. É preciso ficar atento ao preparo físico. A troca no meio do Brasileirão foi importante, mas tem que verificar se realmente o problema está sendo resolvido.

Elenco pede faxina

Saída de Barroca foi um acerto da diretoria (Foto: Vitor Silva/Botafogo)

A reformulação do elenco caminha para uma limpeza total, o que de fato é o desejo de qualquer torcedor. O momento é de analisar a base e ver quem pode suprir as carências, indo ao mercado de forma certeira.

Por fim a ideia de profissionalizar de vez o clube, tentando deixar de lado a figura do tradicional cartola e trabalhar com gestores anima. O futebol não permite mais espaço para amadores e despreparados como Nelson Mufarrej e seus pares. O Botafogo precisa entrar em uma nova era.

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