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Reposição no Botafogo não precisa ser seis por meia dúzia

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Blog do Mansell

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Marcelo Benevenuto | Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo anunciou que vai ao mercado para repor as perdas que vai ter com a saída de Marcelo Benevenuto, este fechado com o Fortaleza, e do volante José Welison, a caminho do Sport. Além disso o Glorioso vai perder Matheus Babi. Em alguns desses casos a reposição precisa ser dente por dente. Entretanto em outros não há a necessidade de uma troca seis por meia dúzia.

No caso de Matheus Babi para mim é apenas uma questão matemática. Isso porque antes de se ventilar a saída do atacante do Serra Macaense, o presidente Durcesio Mello prometeu um meia e um atacante em condições de serem titulares e assumirem responsabilidades. Sem Babi essa conta aumenta e o Glorioso vai precisar de dois atacantes com condições de pegarem a camisa e decidirem.

No caso de José Welison também há necessidade de uma reposição dente por dente, uma vez que o Botafogo não conta em seu plantel com nenhum volante de primeira pegada. Aquele capaz de proteger a zaga. Se a reposição puder vir com alguém que tenha a mesma capacidade de desarme de Welison, mas com mais qualidade no passe, melhor.

Zaga não precisa de seis por meia dúzia

Zé Welison - Treino do Botafogo
Zé Welison vai deixar o Botafogo (Foto: Vitor Silva)

Mas nem sempre precisamos de reposição dente por dente. No caso de Marcelo Benevenuto a vaga na folha salarial não precisa ser preenchida por uma zagueiro. Falo isso pois hoje o plantel tem Kanu, Gilvan, Joel Carli e Sousa. Sabemos que Carli tem tido um histórico de lesões. Mas o risco muitas vezes precisa fazer parte da rotina quando o dinheiro é curto. Do que adianta trazer mais um zagueiro, ficar com cinco opções na zaga e apenas meio lateral?

Além disso o Botafogo deve apostar nos atletas polivalentes. Em um elenco que tende a ser pequeno e certeiro, o peso de coringas pode ser determinante para o sucesso final. Que o Botafogo vá de forma inteligente no mercado.

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