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Revelação de ex-árbitro conta apenas mais do mesmo. Pior para o Botafogo

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Impedimento e expulsão de Dodô em Flamengo 2 x 2 Botafogo | Campeonato Carioca 2007
Reprodução/TV Globo

Árbitro de atuações capazes de causar revolta em várias torcida, Cabelada integrou o quadro de árbitros da Ferj na década de 80. Período em que outros juízes também muito polêmicos pareciam cumprir em campo um roteiro definido muito antes da bola rolar. Mas o ex-árbitro Cabelada decidiu abrir a boca e revelar que algumas vezes o sistema decidia os jogos. Curiosamente deu dois exemplos em que o Flamengo foi o favorecido. O curioso é que o relato, que deveria revoltar, não impressiona mais ninguém. Nem mesmo as atuais gerações. Para muitos é apenas mais do mesmo.

Impossível não lembrar de lances que decidiram até mesmo títulos. Como o impedimento mal marcado e a expulsão de Dodô na final de 2007. Sem querer colocar em jogo a honestidade de quem atuou naquele confronto, depois de um relato como esse de Cabelada, o torcedor do Botafogo fica se perguntando se não foi sempre assim.

Vale recordar o passado

Luiz Carlos Gonçalves, o Cabelada, ex-árbitro de futebol
Luiz Carlos Gonçalves, o Cabelada, ex-árbitro de futebol

Normalmente quando algum botafoguense levanta essa questão a resposta que vem é: E o gol do Maurício? Não foi falta no Leonardo? Quem fala sobre isso se esquece que aquele jogo não deveria nem acontecer. Naquela edição se um clube ganhasse os dois turnos era campeão sem necessidade de final. O Botafogo ganhou a Taça Rio e só não levou a Taça Guanabara porque Paulinho Criciúma teve um gol anulado no último lance da partida. O rival todos lembram, assim como a explicação dada pelo árbitro que alegou ter terminado o jogo antes da bola entrar. O programa “Globo Esporte” da segunda-feira seguinte recuperou o som do apito. Também aconselho aos mais novos a pesquisarem sobre “papeletas amarelas“.

A verdade é que as revelações de Cabelada parecem até atuais haja vista que os prejuízos em campo continuam afetando basicamente um lado. O lado que joga contra o sistema. Mas temos que acreditar na boa fé dos que dirigem o futebol carioca e torcer para isso ter ficado no passado. Mas conhecer o passado é o primeiro passo para entender o presente e construir um futuro melhor.

Fonte: Redação FogãoNET

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