Carlos Eduardo Sangenetto
03/11/2017
Rio de Janeiro (RJ)

Está doendo até hoje. Nove meses depois da eliminação, o técnico do Colo-Colo voltou a lamentar a queda para o Botafogo na primeira fase da Libertadores. Perguntado por jornalistas sobre a diferença da equipe chilena para o Lanús, finalista da competição com o Grêmio, Pablo Guede preferiu colocar a culpa na nova tecnologia do futebol.

Zagueiro Marcelo, do Botafogo, tocou a bola com o braço dentro da grande área, no jogo contra o Colo-Colo, pela LibertadoresMarcelo toca a bola com o braço no fim do jogo contra o Colo-Colo (Foto: Reprodução/Fox Sports)

– O pênalti que não marcaram contra o Botafogo nos impediu de avançar na Libertadores. O Lanús teve o VAR (Video Assistant Referee). Essa é a diferença – limitou-se a dizer o treinador argentino, aquele mesmo que disse que o Fogão “não estava bem fisicamente” para o jogo de volta em Santiago.

A bronca do Colo-Colo com arbitragem é da partida no dia 1º de fevereiro, no Nilton Santos. O Botafogo venceu a partida por 2 a 1, mas aos 44 minutos do segundo tempo, o zagueiro Marcelo, que teve grande atuação, se complicou na grande área. O defensor tocou a bola com o braço e interceptou o cruzamento feito por Morales.

Os caras têm razão de reclamar até hoje?

Saudações alvinegras!

Pablo Guede, técnico do Colo-Colo, lembrou do Botafogo em coletiva de imprensaPablo Guede lembrou da eliminação do Colo-Colo para o Botafogo (Foto: Reprodução/Colo-Colo)