Falhas de goleiros lembram o Velho Botafogo; clube não precisa viver inseguranças e tem que ir ao mercado atrás de reforço

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Carlos Eduardo Sangenetto

Carlos Eduardo Sangenetto

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Diego Loureiro em Atlético-GO x Botafogo | Campeonato Brasileiro 2022
Reprodução/SporTV

Diego Loureiro falhou diante do Angra Audax, ainda pelo Campeonato Carioca, e levou um frango neste domingo (24/4), que impossibilitou o Botafogo de sair do Antônio Accioly, após o jogo contra o Atlético-GO, com três pontos na bagagem. Dois erros graves em apenas seis semanas na meta alvinegra.

O titular da posição, Gatito Fernández tem oscilado fisicamente e vez ou outra ainda desfalca o Glorioso pelas convocações da seleção paraguaia. E, por lá, ultimamente nem tem jogado, como aconteceu nas últimas rodadas das Eliminatórias Sul-Americanas para Copa do Mundo de 2022. Ficou no banco de reservas.

Além disso, para contornar qualquer crise no gol, o Botafogo não conta mais com a presença de Flavio Tenius, homem de confiança do clube, desligado no início de abril depois da chegada da comissão técnica portuguesa de Luís Castro.

Dito isso, cabe a John Textor e aos dirigentes do futebol alvinegro, ligarem o sinal de alerta para o Velho Botafogo não assombrar o tão promissor Novo Botafogo. Nas atuais circunstâncias financeiras, não faz sentido algum passar por isso. Se não foi possível contratar um novo goleiro neste primeiro momento da SAF, seja por falta de recursos, oportunidades nesta primeira janela de transferências ou até mesmo um equívoco no planejamento (é difícil acertar tudo), que o clube ataque o mercado no segundo semestre (de 18 de julho a 15 de agosto) atrás de um reforço para suprir as necessidades de uma equipe que quer disputar um Brasileirão sem sustos, não deixando pontos importantes pelo caminho. Lamentavelmente, dois ficaram em Goiânia.

Fonte: Redação FogãoNET

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