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Ainda fora de forma, Jobson deve reestrear no Botafogo em até três semanas

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Com 22 pontos, apenas um a mais do que o Criciúma (o clube mais bem colocado na zona de rebaixamento), o Botafogo se apega ao pouco que tem. Nesta quata-feira, o alvinegro encara o Bahia, vice-lanterna, às 22h, no Maracanã, em busca de uma luz na luta para fugir da Série B. Com atacantes sem confiança na hora de balançar a rede, o clube ressuscitou nesta terça-feira uma esperança que, para muitos, como o presidente Maurício Assumpção, já caiu em descrédito: Jóbson, que deve reestrear em até três semanas.

Nesta terça-feira, ele fez seu primeiro treino com o restante dos companheiros. No animado rachão que disputou, não fez gol, mas viu Wallyson desperdiçar duas oportunidades claras, repetindo o que já havia feito contra São Paulo e Internacional. Chamado de Romário pelos companheiros de treino, o atacante foi barrado com a volta de Emerson, que está recuperado de uma amigdalite.

Visivelmente acima do peso, Jóbson não participou do treino tático comandado por Vágner Mancini. Ele apenas correu em volta do campo, enquanto Dankler treinava improvisado na lateral direita, já que Edílson, com dores musculares, segue fora. No meio-campo, Aírton e Bolatti se revezaram. No ataque, Tanque e Zeballos. Essas são as duas dúvidas de Mancini para a partida. Depois da atividade, os atacantes praticaram chutes a gol, inclusive Jóbson.

— Dentro do jogo, o cara tem que estar preparado para a bola chegar nele. Muita gente acha que é fácil fazer gol, mas é uma arte que só quem está dentro de campo sabe como é difícil — avaliou Mancini. — O atacante não pode se assustar com a bola ou com o gol aberto. Quando está sem confiança, o gol fica do tamanho de uma porta. É necessário um trabalho emocional.

Ao ouvir as palavras do treinador, o torcedor do Botafogo imediatamente se recorda dos gols de Jóbson contra São Paulo e Palmeiras que foram determinantes para salvar o clube do rebaixamento. Atacante com muita confiança, o jogador, hoje aos 26 anos, pagou pelos excessos. Seu auge aconteceu em 2009, quando fez apenas 12 jogos e quatro gols no clube.

Depois disso, foram apenas mais sete gols pelo alvinegro e, na atual temporada, só não foi negociado por empréstimo por falta de interessados. Duas semanas depois de treinar com o grupo B, formado por jogadores que não atuam em partidas oficiais, uma nova chance foi oferecida.

— Ele demonstrou uma vontade e dedicação que chamou atenção de todos. Cumpriu todos horários, foi disciplinado e ganhou a chance de integrar o Grupo 1. Está defasado fisicamente e tecnicamente, vai passar por nova bateria de testes e exames e, a partir daí, não sei se em uma, duas ou três semana, vai ser dada a oportunidade — explicou Mancini.

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