É crítica a situação financeira do Botafogo. As penhoras trabalhistas e fiscais já superam em muito a capacidade de arrecadação do clube. As execuções acontecem  online, e o clube não tem nem como ver as quantias referentes a patrocínio ou cota de TV.

Com a saída do Ato Trabalhista, o fôlego de pagamentos – que já era pequeno – acabou. Pois pior que a dívida presente é o efeito cumulativo que ela provoca.

Por exemplo: o clube tem para receber R$ 1 milhão de determinada cota. Quando chega o dia de pagamento – a primeira penhora da fila é contemplada. Se essa execução for de R$ 1,2 milhão, paga-se o R$ 1 milhão e os outros R$ 200 mil vão para o fim da fila. Quando volta para o início da fila, o valor já se multiplicou.

A situação é tão grave que alguns potenciais candidatos à sucessão de Maurício Assumpção estão assustados. A eleição é no fim do ano.

Nem uma boa redução na folha salarial ocorrida na virada de 2013 para 2014 ajudou a amenizar a situação. O Botafogo conseguiu baixar de R$ 5 milhões para cerca de R$ 4 milhões mensais o custo de seu elenco.

Fonte: Blog Bastidores FC