Os efeitos da pandemia do novo coronavírus, aos poucos, vão surgindo no dia a dia dos clubes. Além da paralisação forçada de campeonatos e treinos, fatos que independem da instituição passam a se tornar um complicador para a administração. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Azeite Royal suspendeu os patrocínios aos quatro grandes do estado, e o Botafogo acabou sendo o mais afetado.

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O Alvinegro era o único que estampava a empresa na propriedade master do uniforme, e agora precisará se virar em meio a pandemia que retardou o processou de transformação do futebol em S/A.

Em termos de pessoas físicas, o projeto já apresentava avanços, mas a estagnada na economia mundial e a retração de investimentos traz incertezas.

Com a determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério de Saúde brasileiro de se manter em casa, ainda não há previsão de reuniões presenciais entre as partes envolvidas, uma vez que a epidemia ainda está em estágio inicial no Brasil.

A perspectiva inicial do Botafogo para a conclusão do projeto era de três a cinco meses, mas já há um consenso de que o prazo será estendido.

Paralelamente aos avanços do projeto, ainda corre no Senado o projeto de lei para chancelar a S/A nos clubes. Vale ressaltar que o presidente da casa, Davi Alcolumbre, testou positivo para o coronavírus.

Ciente de que o calendário do futebol brasileiro não voltará a ficar ativo tão cedo, a diretoria alvinegra decidiu por antecipar as férias de jogadores e funcionários por 30 dias, a começar do próximo dia 23.

Fonte: UOL