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Câmera e provocação: Emerson Sheik, sem medo, peita a CBF e alfineta desafetos

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Emerson comprou mais uma briga. Sem rodeios, tem se irritado com a CBF e deixa isso claro. Contra o Bahia, repetiu o protesto feito cerca de duas semanas atrás, após a classicação diante do Ceará, na Copa do Brasil. Nos dois lances, olhos para as câmeras, expressão enfurecida e as palavras disparadas:

“CBF, você é uma vergonha! Vergonha!”, disse o Sheik.

A postura não é novidade na carreira do atacante. Dois anos atrás, o foco era outro: os dirigentes do Fluminense. Defenestrado do clube sob a acusação de que teria cantado uma música da torcida do Flamengo dentro do ônibus tricolor, ele foi para o Corinthians e acabou como heroi da conquista inédita da Libertadores, uma das obsessões das Laranjeiras. Após o título, ele olhou para a câmera e mandou:

“Saí de um lugar onde me acusaram de coisas absurdas. Vocês foram injustos comigo e hoje sou campeão da Libertadores!”, disse ainda no gramado após a vitória sobre o Boca Juniors em 2012.

Outra polêmica com o Fluminense foi no fim de 2013. Tão logo o Tricolor foi rebaixado no Campeonato Brasileiro, o Sheik acionou seu perfil no Twitter, com uma alfinetada que revoltou tricolores e irritou até o meia Thiago Neves, ligado ao clube das Laranjeiras e atualmente no Al Hilal, da Arábia Saudita.

“Hoje é domingo? E amanhã? O mundo realmente dá voltas…”, escreveu, em referência à queda tricolor para a Segunda Divisão, que acabou não se concretizando.

A irritação com a CBF se deve ao fato de se sentir perseguido pelos árbitros. Sheik garantiu que soube que um relatório foi passado aos árbitros. Diante do Bahia, ele levou um cartão amarelo por reclamação e já avisara, olhando para a câmera.

“CBF, é para você!”

Minutos depois, foi expulso. Caminhando lentamente, chamou a câmera com a mãos, abaixou e, olhando para as lentes, disparou de novo:

“CBF, você é uma vergonha!”

Aos 36 anos, realizado financeiramente, campeão brasileiro, da Libertadores e Mundial, Emerson Sheik não tem mais medo de comprar brigas com a entidade que gere o futebol nacional.

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