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Candidatos a presidente detalham planos para o futebol e aumento de sócios

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Encerrando a nossa série especial com os candidatos à presidência do Botafogo FR, hoje o Fala Glorioso trás a segunda parte da entrevista.

Na primeira entrevista, os candidatos falaram sobre dois dos assuntos que mais preocuparam os alvinegros na atual gestão: o fechamento do Engenhão e a Crise Financeira do clube. Carlos Eduardo Pereira citou que a questão do Engenhão está muito nebulosa e precisará ser esclarecida. Para o candidato, a forma como a interdição do estádio ocorreu e a inércia do Clube diante dos fatos foram realmente perturbadoras.

Marcelo Guimarães também citou que a filiação do atual presidente a um partido político impactou na sua capacidade de negociar com mais força e liberdade. Guimarães disse ser contra que presidente e vice presidente geral sejam filiados a partidos políticos. Já Vinícius Assumpção disse não ser possível afirmar se houve outros interesses para facilitar os contratos do Maracanã, mas que o Prefeito Eduardo Paes tinha em suas mãos um laudo indicando uma pequena possibilidade de acidente com a cobertura do Engenhão e que, como prefeito da cidade, a ele não restou outra alternativa.

550992 328194163905495 1478498065 n Eleições no Botafogo: confira a segunda parte da entrevista com os candidatosNessa segunda parte da entrevista, os candidatos falaram sobre planos para sócio torcedor (como direto a votos), planos para o Futebol, Esportes Olímpicos, torcidas e seus desafios.

Confira a entrevista abaixo:

THIAGO RIBEIRO GUEDES (FALA GLORIOSO): Boa tarde, candidatos. Dando continuação a nossa entrevista, vamos abordar temas como sócios, esportes olímpicos e futebol. Vamos começar falando das eleições. 
Nas duas ultimas eleições (2009 e 2011), somados os votos, chegamos a um pouco mais de 1.200 votantes. Muitos são adeptos à idéia de abrir as eleições para os sócios torcedores. Alguns, contra. O que os Srs. pensam a respeito do tema? Seja contra ou a favor, não acha que o Botafogo é grande demais para que apenas uns poucos decidam os seus caminhos?

CARLOS EDUARDO PEREIRA: A democratização do clube para todos os botafoguenses é essencial, e
vamos sim fazer um programa de sócio não-proprietário que tenha direito a votar e a ser votado nas eleições internas do clube. A ideia é segmentar os planos de sócio de acordo com a preferência do torcedor, que é o nosso grande cliente. O torcedor que quiser ter direito a voto paga um valor determinado. Outro que quiser ter acesso ao clube social paga mais um valor. O que quiser ter apenas acesso ao estádio paga outro valor, e assim sucessivamente. O nosso sócio-torcedor-cliente terá um cardápio de opções à disposição dos botafoguenses para customizar o plano de sociedade que melhor lhes convier, impulsionando assim as receitas do clube e gerando direitos, conforto e praticidade para nossos torcedores.
Hoje a terceirização dos planos de sócio-torcedor não trouxe qualidade ou excelência nos serviços prestados e no atendimento aos usuários. Dentro deste pacote de medidas vamos também estudar a reativação da categoria de sócio Contribuinte, já prevista nos Estatutos do Clube e que inspirou os plano de sócio-torcedor.

MARCELO GUIMARÃES: Sem dúvida, o número atual de eleitores é pequeno, e, sendo assim, pouco representativo dos desejos e visões da nossa imensa torcida. Somos plenamente favoráveis ao aumento do nosso colégio eleitoral, mas que fique claro, que colégio eleitoral grande, não é garantia de bons projetos. Achamos mesmo que o Grande Salto nasceu diferenciando-se da prática da política tradicional do clube, baseada em nomes conhecidos, mas sem nenhum projeto. Quanto ao direito de voto para o Sócio Torcedor, é um tema que vamos com toda a certeza, trazer para a discussão assim que assumirmos. De cara, vamos dar direito automático do nosso Sócio Proprietário a assistir aos jogos em nossa arena, criando o Sócio Proprietário Torcedor.

VINÍCIUS ASSUMPÇÃO: Somos até agora a única candidatura que vem defendendo a ampliação da democracia interna do clube, dando principalmente o direito de voto aos Sócios Torcedores, atitude que muitos clubes no Brasil já estão seguindo por este caminho.
Mas temos que tratar esta questão com duas visões: democrática e financeira. Hoje, o destino do Botafogo é decidido por um grupo muito reduzido de botafoguenses. Seus órgãos internos, como o Conselho Deliberativo, são meras figuras decorativas. Não há qualquer tentativa de oxigenação da política interna e de seus dirigentes. Como está na pergunta, somados os votos das duas últimas eleições do Botafogo, chegamos ao irrisório número de pouco mais de 1.200 votantes. O Botafogo é grande demais para que apenas uns poucos decidam os seus caminhos. Precisamos trazer a torcida para dentro do clube! Refiro-me a todos que podem de alguma forma, somar forças e colaborar para um novo futuro.
Nesse sentido, o melhor caminho é aprovar o direito de voto ao Sócio Torcedor, com pelo menos dois anos de adimplência – o direito a ser votado, continua com o Sócio Proprietário – ampliando assim, o colégio eleitoral. Precisamos também estruturar um novo Plano Sócio Torcedor que seja mais interessante e com o perfil da torcida alvinegra. O Sócio Torcedor tem que ser tratado de forma especial pelo clube e ter uma política de relacionamento permanente e isto não acontece atualmente. Assim, estaríamos diminuindo sua variação conforme os resultados do futebol e aumentando sua arrecadação, que hoje gira em torno de R$ 300 mil mensais, tem clube no Brasil arrecadando só com o Sócio Torcedor em torno de R$ 3 milhões, mensais. Precisamos buscar soluções para que o clube, socialmente, seja mais atrativo. Oferecer uma academia, ter eventos para a juventude, salão de beleza para as mulheres, salão de jogos, churrasqueiras para os sócios. Dar direito ao Sócio Proprietário, em dia, de acesso aos jogos do time profissional de futebol. Hoje ele se quiser acompanhar o seu time, paga duas vezes, a taxa de manutenção do Sócio proprietário e a mensalidade do Sócio Torcedor.

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THIAGO RIBEIRO GUEDES (FALA GLORIOSO): E os sócios torcedores? Houve um aumento considerável com a chegada de Seedorf. Mas em 2014 os números despencaram. Quais são 
as idéias para a captação de novos sócios?

CARLOS EDUARDO PEREIRA: Respondi na questão anterior

MARCELO GUIMARÃES: A primeira decisão é assumir a gestão do programa. A relação com nossa torcida é tão prioritária para nós, que concluímos que temos que assumir  a gestão, melhorando os serviços, diminuindo o preço e ampliando sua capacidade de receita. Planos especiais para o nosso estádio e setores com preços realmente populares são as bases do nosso programa. Outro aspecto fundamental é a credibilidade. Não é possível você adquirir um plano e no meio da temporada, começarem a transferir jogos da nossa praça. Se a ideia é jogar alguns jogos com mando de campo nas novas arenas espalhadas pelo Brasil, para ampliar nossa capacidade de gerar receita, é preciso transparência. O nosso torcedor, que consome nossos produtos não pode ser confundido, comprando gato por lebre.
Enquanto consolidamos nossas estratégias relacionadas ao desenvolvimento do projeto de Sócio Torcedor é preciso aprofundar o conhecimento sobre o assunto. Vários fatores impelem o torcedor e aderir e a fidelizar ao programa, dentre eles: Perspectiva de performance esportiva da equipe; credibilidade institucional; conquista de títulos e de um ciclo vitorioso; preferência em promoções; contratação de bons jogadores; facilidades no receptivo do estádio; preços comparativamente vantajosos; facilidade no processo de adesão e compra; acesso aos jogadores e a ambientes exclusivos e vantagens adicionais à possibilidade de assistir aos jogos. Esse é o caminho.

VINÍCIUS PRESIDENTE: Despencou porque o programa não tem uma política de relacionamento e outros atrativos que extrapolem os resultados de campo. É claro que o ídolo é fundamental, mas neste momento não podemos enganar a torcida e dizer que iremos trazer um novo Seedorf. Precisamos criar um novo plano que tenha o perfil da torcida e que garanta a presença nos estádios, é ali que formamos os nossos pequenos alvinegros. O Sócio Torcedor precisa ter um diferencial, o que não acontece hoje. Isto é compromisso da nossa gestão!

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THIAGO RIBEIRO GUEDES (FALA GLORIOSO): E os planos para o Futebol? Caso sejam eleitos, existe a possibilidade de montar um grande time para a temporada de 2015, ou o começo seria a manutenção dos principais jogadores?

CARLOS EDUARDO PEREIRA: Ainda não sabemos, com toda essa crise, como iremos terminar o
Campeonato Brasileiro deste ano. Portanto, é prematuro se falar na formação de um grande time. O certo é que 2015 será um ano de fortes ajustes em função do elevado comprometimento das receitas do Clube
pela atual gestão. Trabalharemos duro para montar um time competitivo que honre as tradições do clube, mas dentro da realidade financeira que vivemos. Não alavancaremos dívidas como a gestão atual fez.
O BOTAFOGO não tem mais estrutura para suportar aventureiros e seus
desvarios.

MARCELO GUIMARÃES: O nosso plano prevê ênfase no futebol. Proporcionar a prática esportiva e o convívio social é importante, mas jogar bola em alto nível é o nosso produto fundamental. Por isso, buscar um ciclo vitorioso é o nosso grande desafio. Para isso, compreendemos que no futebol não cabem experiências, nem apostas. De cara, precisamos de dirigentes profissionais, com DNA Alvinegro, perfil de liderança e espírito vencedor. Para isso, temos a honra de contar no grupo do Grande Salto, com um dos dirigentes do nosso futebol, com o maior e mais representativo rol de conquistas de nossa história: Edson Santana. Além de dois cariocas, era o dirigente do nosso futebol nas conquistas da Conmembol, do Brasileiro de 95, da Tereza Herrera e da última edição do Rio-São Paulo. Nunca fugiu de suas responsabilidades e em tempos de grandes dificuldades, contratou Gonçalves, Túlio Maravilha, Donizete e Bebeto, dentre muitos outros. Sabemos que integrar a Base do futebol com o profissional é fator de diferenciação e também trabalha na construção do nosso projeto do futebol, Humberto Redes, cria da nossa base, jogador do clube nas décadas de 60 e 70, é hoje um dos grandes especialistas quando o assunto é estruturação de projetos de futebol. Chega de apostas.

VINÍCIUS ASSUMPÇÃO: Vamos brigar para sempre ter um time a altura das nossas tradições e da paixão da torcida. O que posso garantir, é que na nossa gestão não terá vez para jogadores que não tenham alma, vontade de vencer, de buscar as conquistas e para isto teremos que dar todas as condições de trabalho, principalmente, manter os compromissos em dia. Assim já teríamos um bom começo de caminhada no rumo das grandes conquistas. Acho que o ano de 2015 será muito difícil, mas fundamental para todo o processo e o início da caminhada da nossa recuperação. Não podemos mais deixar o Botafogo sem oxigênio, com os bloqueios de suas contas. A torcida pode estar certa, minha história de arquibancada, bem como dentro do clube, não me permitem dirigir o Botafogo e seu futebol com a mesmice que há muito tempo impera internamente. Dirigir o clube com vontade, profissionalismo, transparência e ética são os meus principais compromissos e tenho a certeza que com trabalho sério e coletivo tudo será superado.

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THIAGO RIBEIRO GUEDES (FALA GLORIOSO): E os Esportes Olímpicos? Botafogo não participava por exemplo de uma competição nacional de basquete desde 2001 e voltou esse ano, apesar de ser o único clube do Rio de Janeiro a disputar todas as categorias de base no masculino e no feminino. O Remo, que está ao lado do Futebol no Estatuto do clube, vem mantendo a tradição de campeão e até cedendo atletas para Seleção Brasileira. Sabendo das dificuldades que é reger os esportes olímpicos de um clube, cujo ao qual a principal atividade é o futebol, existe algum projeto exclusivamente para tal setor?

CARLOS EDUARDO PEREIRA: O clube precisa voltar a estar presente nessas competições. Temos bons
atletas sendo formados todo ano nas nossas escolinhas, e pretendemos utilizá-los na categoria profissional. Não dá pra fazer loucuras e contratar times campeões agora, a não ser que haja parcerias com empresas, mas não temos nenhuma negociação no momento. Nosso foco é a resolução da dívida, sem o que muito pouco poderá ser feito.

MARCELO GUIMARÃES: Projetos incentivados é a grande saída para os Esportes Olímpicos. Dentro de nossa política de respeitar os legados, o trabalho do Remo precisa ser continuado. Agora, precisamos aumentar a independência e a autonomia entre os esportes, e, para isso, projetos tendo como base a lei de Incentivo ao Esporte será a grande ferramenta de obtenção de receitas. Vamos manter nossa tradição relacionada aos Esportes Olímpicos, dando-lhes mais apoio e independência. O papel histórico desempenhado pelo Botafogo de disputar competições multiesportivas vai continuar.

VINÍCIUS ASSUMPÇÃO: Verdade, o futebol é o carro chefe do clube, mas vamos analisar com muito carinho os Esportes Olímpicos onde o clube tem uma grande tradição. Precisamos ter um olhar profissional e buscar parceiros para os esportes que consideramos fundamentais para a formação do caráter de uma futura geração, até porque temos o estádio olímpico e a nossa cidade vai sediar as Olimpíadas de 2016. Vamos buscar no mercado um profissional que terá a sua principal função buscar parceiros para os Esportes Olímpicos. Sou a favor dos recursos das escolinhas ficarem para auxiliar a manutenção do próprio esporte, bem como, debater um centro de custos por sede.  Acredito que assim damos início a uma total reestruturação e fortalecimento dos nossos Esportes Olímpicos.

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THIAGO RIBEIRO GUEDES (FALA GLORIOSO): Sabemos da imensa torcida que o Botafogo tem dentro e fora do Rio de Janeiro. Porém diversos torcedores perderam o hábito de freqüentar estádio, seja pelos altos preços, seja pela violência, ou até mesmo pela desconfiança com o time durante alguns anos. Como 
resgatar aquele torcedor que anda afastado dos estádios?

CARLOS EDUARDO PEREIRA: Através de preços baixos contínuos ao invés de promoções esporádicas,
um programa de sócio-torcedor efetivo que contemple as necessidades dos nossos torcedores, o respeito ao botafoguense como consumidor, um cliente que merece respeito, cortesia e agrados, e pricipalmente com um time combativo. No final das contas, um time que respeite a camisa do clube e suas tradições é sempre a melhor política para se mobilizar nossos torcedores e encher um estádio.

MARCELO GUIMARÃES: A boa performance e perspectiva de performance do time no início de cada temporada é a resposta a sua pergunta. Claro que preços justos, conforto, atendimento, hospitalidade, tudo contribui para a atração da torcida. Mas o que fideliza no fim das contas é a performance do time. Precisamos conquistar um ciclo vitorioso, sem oscilações desastrosas, só assim o torcedor, volta e fica. Tenho certeza que vamos fazer do Engenhão, uma referência de amor e apoio ao nosso time.

VINÍCIUS ASSUMPÇÃO: Mostrar a ele que agora, principalmente em 2015, que sua presença será fundamental neste processo de fortalecimento do clube. Tenho dito a todos, não tem salvador da pátria e nem a fórmula mágica, o que vamos mostrar ao torcedor, é que ele terá uma gestão transparente, ética, comprometida, profissional e sem deixar de lado a paixão que nos move pela magia da Estrela Solitária. Falo sempre, precisamos juntar os elos desta corrente e a torcida é o elo fundamental. Tenho certeza, se ela perceber que o trabalho será realizado de forma correta e séria, ela virá junto. Sempre acreditei na força da torcida alvinegra e agora não será diferente.

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THIAGO RIBEIRO GUEDES (FALA GLORIOSO): Os candidatos, antes das eleições, traçam um desafio ao qual almejam vencer. Muitos deles ficam marcados por vencerem tais
desafios. Foi assim com Althemar Dutra e Emil Pinheiro, quem em 1989 levaram o Botafogo à conquista de um título após 21 anos; com Carlos Augusto Montenegro, que conquistou o título Brasileiro de 1995; com Bebeto de Freitas que encarou o desafio da Série B pela primeira vez na história do clube, e levou o Botafogo de volta a série A em 2003… Qual é o principal desafio a ser vencido na atualidade, na opinião dos Srs.?

CARLOS EDUARDO PEREIRA: Teremos múltiplos desafios pois nenhum outro presidente causou tantos
danos às finanças do BOTAFOGO como este, endividando-se de forma gigantesca e avançando sobre as receitas da próxima gestão. A situação do futebol ao final do ano, indicará em qual série estaremos e daí será partir para montar um grupo competitivo enquanto buscamos equacionar o dificílimo problema da dívida do clube, que realmente ameaça o futuro da nossa grande paixão esportiva.

MARCELO GUIMARÃES: O primeiro deles é o da conquista da credibilidade. Infelizmente, depois de um primeiro mandato reconhecido pela maioria do mundo do futebol como positivo, o clube mais uma vez encontra-se em absoluto descrédito. Tem sido assim nos últimos 20 anos. O clube até avança em um primeiro momento, mas falta o Grande Salto.

Um outro desafio fundamental é a conquista de um ciclo vitorioso, que resgate o nosso torcedor, tão desconfiado e inseguro nos últimos anos. Para isso, enquanto equacionamos nossa dívida e alavancamos nossas receitas, a partir de um trabalho profissional e planejado, precisamos trabalhar com transparência e vigor, rumo a conquista de um era de vitórias.

VINÍCIUS ASSUMPÇÃO: O maior desafio que considero é a mudança de mentalidade, o Botafogo é um clube vencedor! Hoje se tem pouco respeito com a história, tradições e a sua torcida. O Botafogo tem que ter sede de títulos e de expressão, quem quiser ser profissional do clube tem que saber e entender isto. Só assim vamos fazer, novamente, nossa fanática torcida crescer e rejuvelecer. Ganhar, perder e empatar “é do jogo”, como dizem os boleiros, mas não podemos admitir a falta de vontade de buscar vitórias e conquistas, isto aliado com a reestruturação administrativa e financeira. Superando esses obstáculos já me sentiria com o dever cumprido, afinal as conquistas virão como consequência do trabalho realizado.

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THIAGO RIBEIRO GUEDES (FALA GLORIOSO): Para finalizar. Gostaria que os Srs fizessem suas considerações finais sobre suas propostas e projetos para o Botafogo.

CARLOS EDUARDO PEREIRA: propostas e projetos para o Botafogo Minha mensagem final para os associados do BOTAFOGO é de muita seriedade e disposição para o trabalho em equipe. Não temos como
prometer milagres ou manobras miraculosas, tal como aconteceu em outras eleições e nunca se viu materialização das mesmas. Vamos buscar parcerias, apresentar uma proposta de modernização do
nosso Estatuto, propondo o fim da reeleição e corrigindo falhas e contradições para que o Clube possa sobreviver e buscar novos caminhos. Transparência será um compromisso diário pelos próximos 3 anos.
Precisaremos de trabalho, seriedade, austeridade e paixão, para que nosso clube possa voltar a ser o que já foi, a Glória do futebol brasileiro.

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MARCELO GUIMARÃES
:  Chegou a hora de mudar de verdade. Se formos analisar o quadro sucessório, vamos perceber que os nomes que se apresentam tem duas características em comum: respeitabilidade e vínculo com a velha política. O Grande Salto traz em sua origem a mudança, rumo a um clube que preserve suas maiores tradições e se profissionalize de modo sério e sustentável. Nosso projeto ainda encontra-se em construção e vem se desenvolvendo alinhado com os anseios e com os desejos de nossa torcida, de modo que todos se reconhecem nele, com transparência e participação, que serão as marcas do nosso mandato. Acho que ninguém aguenta mais do mesmo e precisamos ter coragem de mudarmos juntos.
Juntos pelo Grande Salto. Chega de bater na Trave.

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VINÍCIUS ASSUMPÇÃO
: Quero agradecer o site “Fala Glorioso” pela oportunidade de expor nossas propostas para o quadro associativo do clube e a torcida. Sei o quanto será duro e grande o desafio que teremos pela frente, muitos amigos falam que estou maluco em querer assumir o clube nesta situação, mas alguma coisa me move para esse caminho. Vamos, assim que ganhar as eleições, chamar a todos grandes alvinegros para participarem desta caminhada e sei que temos grande qualidade em todas as chapas. Vamos inaugurar um novo tempo na gestão do clube, realizaremos um processo coletivo, fazendo com que as pessoas se sintam participantes da mudança. Superar as dificuldades financeiras, construir o CT do futebol profissional, o CT da Base, fortalecer os esportes olímpicos, mudar a mentalidade do clube e tornar o Botafogo novamente um clube vencedor, não são desafios apenas para uma pessoa e sim para todos os alvinegros que almejam, ainda em vida, ver o Botafogo de volta ao seu verdadeiro lugar. O TOPO!

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