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Pouco tempo disponível e muitas questões para resolver: cinco desafios de Chamusca no Botafogo

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Marcelo Chamusca em Nova Iguaçu x Botafogo | Campeonato Carioca 2021
Reprodução/Botafogo TV

Escolhido para comandar a reconstrução do Botafogo em 2021, Marcelo Chamusca começa a dar uma identidade à equipe, mas ainda enfrenta dificuldades para tornar o time mais consistente. Após um início de temporada irregular e pouco tempo de treinamento, o treinador tem uma série de desafios pela frente para tentar desenvolver o futebol do Alvinegro, tendo o retorno à Série A como grande objetivo no fim do ano.

Até o momento foram sete jogos de Chamusca no comando do Botafogo, com um aproveitamento de 57% de aproveitamento. Foram três vitórias, três empates e uma derrota. Na última partida, no domingo, o Alvinegro perdia para o Nova Iguaçu até os 45 do segundo tempo, mas conseguiu a virada nos acréscimos com gols de Ênio e Marco Antônio.

Abaixo, o LANCE! lista cinco desafios para Marcelo Chamusca:

1. Encontrar o time ideal

Em início de trabalho, Marcelo Chamusca está aproveitando as primeiras rodadas do Carioca para rodar o elenco do Botafogo e dar chance a vários jogadores. Neste laboratório, o treinador repetiu a formação apenas uma vez (nos clássicos contra Vasco e Flamengo) e realizou cinco substituições em todas as partidas. No total, 29 atletas diferentes foram utilizados.

Nos sete jogos, Chamusca alternou o Botafogo entre 4-3-3 e 4-2-3-1 e trocou peças em todos os setores do time. Apenas três jogadores disputaram todas as partidas: Marcelo Benevenuto, Warley e Babi. Outros nomes como Douglas Borges, Jonathan, Kanu, Paulo Victor e Matheus Frizzo parecem também ter conquistado a confiança do treinador.

As principais interrogações no momento estão do meio para frente. Marco Antônio estreou bem e deve receber oportunidade como titular. Ricardinho ainda terá chance de jogar pela primeira vez. Cabe a Chamusca encontrar o time ideal para dar sequência e melhorar o entrosamento entre os jogadores.

2. Melhorar a pontaria nas finalizações

Um dos grandes defeitos a serem corrigidos por Marcelo Chamusca nesse início de trabalho certamente é a pouca eficiência no ataque. Nas seis primeiras rodadas na Taça Guanabara, a equipe precisou, em média, de 12 chutes para marcar cada gol (72 finalizações e seis gols marcados).

Mesmo em construção, a equipe consegue criar contra adversários de menor porte, mas encontra dificuldades em transformar as chances em gol. O Botafogo tem apenas o sétimo melhor ataque do Carioca. Diante desse cenário, a goleada de 5 a 0 sobre o Moto Club torna-se referência para a sequência na temporada.

3. Parar com erros bobos na defesa

Sem dúvidas, a defesa é um dos destaques do Botafogo no início da temporada e já parece ter se estabelecido. Douglas Borges e Jonathan chegaram e logo conquistaram a vaga de titular. Marcelo Benevenuto e Kanu continuam formando a dupla de zaga, e Paulo Victor superou a concorrência de Hugo e David Sousa nas últimas três partidas. De volta, Carli também brigará por posição.

Nas sete partidas na temporada, a equipe sofreu apenas quatro gols e tem a terceira melhor defesa do Campeonato Carioca. No entanto, erros bobos continuam acontecendo e podem acabar dificultando os jogos. O erro de Benevenuto contra o Flamengo e a falha coletiva contra o Vasco foram determinantes para os tropeços, por exemplo.

Outras falhas aconteceram nas últimas partidas, mas acabaram não ocasionando em gols para os adversários. Parar com essa tendência, ou ao menos, diminuí-la será vital para a equipe não sofrer como sofreu em 2020.

4. Manter o espírito de entrega

A vitória sobre o Nova Iguaçu, no último domingo, evidenciou um ponto positivo do Botafogo para 2021. Muito criticada na última temporada pela apatia e falta de entrega, a equipe lutou até o último minuto e arrancou uma virada na base da vontade.

Agora, a missão de Chamusca é aproveitar a confiança conquistada por esse triunfo para manter o espírito de luta e consolidá-lo como postura da equipe no restante da temporada. Em um período de reconstrução e de dificuldades, o Botafogo deve se caracterizar por essa entrega até o fim, seja no Carioca, na Copa do Brasil ou na Série B.

5. Melhorar o desempenho nos clássicos

Por fim, Marcelo Chamusca terá o desafio de mostrar força contra os principais rivais do Botafogo, problema que não é recente. Desde o início de 2020, o Alvinegro disputou 14 clássicos e venceu apenas dois – ambos sobre o Vasco no ano passado.

Nos dois primeiros clássicos da temporada 2021, nenhuma vitória: empate em 1 a 1 contra o Vasco e derrota de 2 a 0 para o Flamengo. A próxima chance de garantir a primeira vitória sobre os rivais locais será na penúltima rodada da Taça Guanabara, diante do Fluminense.

Fonte: Terra

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