Sem risco de rebaixamento, o Botafogo mira definitivamente uma vaga na Copa Sul-Americana de 2020. Disputar a competição pode ajudar o futuro do clube, em momento de transição do atual modelo de gestão para empresa.

O vice-presidente de futebol, Ricardo Rotenberg, em entrevista à Rádio Brasil nesta terça, agradeceu o apoio da torcida na reta final, convocou para o jogo com o Ceará e destacou a importância da Sul-Americana.

– Estamos aliviados, satisfeitos. Graças ao comprometimento do nosso elenco e comissão técnica e também à torcida do Botafogo, que compareceu mesmo com a dificuldade que o elenco teve, com a falta de reposição que tivemos no segundo semestre. Esperamos um bom resultado para fazer uma bela festa no domingo no Estádio Nilton Santos. Estamos mantendo os preços do jogo contra o Internacional, recebi muitas mensagens para os ingressos mais baratos. Por mim abriria até os portões para os alvinegros comemorarem, mas isso não é possível por conta dos custos, do risco de superlotação… Vamos fazer uma grande festa, as mulheres que apareceram lá todas vão entrar, podem ter certeza. Conclamamos que as famílias alvinegras compareçam domingo para apoiar o Botafogo para ir à Sul-Americana. Ano que vem o clube irá mudar para o modelo de empresa. E para isso precisamos do apoio da torcida sempre, é bom estar na Sul-Americana porque os investidores serão estrangeiros e é importante estar numa competição da Conmebol – declarou Rotenberg.

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Acumulando cargos com a Vice-Presidência de Marketing e Comercial, Rotenberg colaborou na recuperação do Botafogo na reta final do Campeonato Brasileiro, quando assumiu o futebol no lugar de Gustavo Noronha.

-Minha contribuição foi dar tranquilidade ao elenco e à comissão técnica do Botafogo. Foram muitas conversas para passar confiança, temos limitações mas todos estão jogando com uma camisa muito pesada, gloriosa, e só por estarem jogando com essa camisa podem render de acordo com o tamanho dela – afirmou, deixando o futuro em aberto.

– Conversaremos logo após o campeonato. Minha missão termina no dia 8 às 18h. Não sei se vou continuar, se querem que eu continue e não sei se é o modelo ideal para esse modelo de transição. Tenho que conversar com o presidente, com o Montenegro, para ver exatamente o que está se pensando. A priori prefiro contribuir com mais força nessa transição em relação a futuros grupos interessados. Até pela minha função comercial de marketing, tem aparecido interessados e tenho passado para as empresas que estão coordenando isso – concluiu.

Fonte: Redação FogãoNET e Rádio Brasil