Castro sob pressão? Botafogo traz discussão inédita no futebol brasileiro

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Castro sob pressão? Botafogo traz discussão inédita no futebol brasileiro
Vitor Silva/Botafogo

Luís Castro está sob pressão para a torcida do Botafogo e até mesmo para parte da imprensa. A expectativa dos torcedores era de uma situação bem melhor no Campeonato Brasileiro. Entretanto o Glorioso está mais perto da zona de rebaixamento do que do sonhado G-6. Mas essa pressão que recai no treinador é neutralizada pela confiança de John Textor no trabalho do português. Assim o Botafogo traz uma discussão inédita no futebol brasileiro.

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Se Luís Castro estivesse sob o comando de outro dirigente, brasileiro, provavelmente já estaria fora do clube. Os chamados dirigentes amadores não costumam entrar em rota de colisão com a torcida. Mas Textor não é só dirigente e sim dono do futebol do clube. Se ele não quiser, e pelo visto não quer, não vai demitir Luís Castro.

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A discussão agora passa pelo tamanho da pressão. Se o Botafogo não reagir, conseguiurá Textor segurar a pressão da torcida? A sua cultura de europeu no futebol prega tentar segurar ao máximo o trabalho do técnico. Ainda mais em um cenário de reconstrução, como é o do Botafogo.

Poder da caneta é de Textor

John Textor tem poder da caneta no Botafogo Foto: Vitor Silva/Botafogo

Mas se Textor tem o poder da caneta, é a torcida botafoguense quem vai garantir o lucro ao clube. Os botafoguenses são clientes de Textor e precisam estar satisfeitos para bancarem o projeto. Sem essa satisfação não há sócio-torcedor, estádios cheios e compra de produtos.

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Apesar dessa discussão o momento é de apoio e não de guerra. Sinceramente acredito que Textor vai acertar. Quando diz que os progressos acontecerão e que o time poderá inclusive brigar pelo G-8, não fala nenhum absurdo. É difícil pedir paciência aos botafoguenses. Mas é preciso comprar a briga do clube e seguir acreditando. Queiram ou não o momento é de reconstrução.

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