Vários fatores vão definir reforços no Botafogo para 2022. Não há número mágico

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Vários fatores vão definir reforços no Botafogo para 2022. Não há número mágico
Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo ainda não sabe se vai contratar cinco, seis, dez ou mil reforços para a próxima temporada. A busca por contratações passa por uma série de fatores que ainda faltam ser definidos. E qualquer avanço neste sentido só será dado depois que o Alvinegro definir a sua sorte na Série B. Somente após deixar de estar envolvido na briga pelo acesso e pelo título que o Glorioso vai agir de maneira mais profunda para 2022.

Com essas definições a próxima etapa é tratar da permanência de Enderson Moreira. O nome do treinador é consenso no clube. Não por questão de achismo. Mas, por influência do CEO Jorge Braga, tudo hoje em General Severiano passa por análise de desempenho. Os números de Enderson e da sua comissão técnica falam por si só. Além disso o treinador tem ótimo relacionamento com a diretoria e com o elenco. Assim mantê-lo é prioridade.

A partir daí o Botafogo vai ouvir do treinador os nomes que interessam para 2022 dentro do elenco. Algumas ações já estão sendo feitas independentemente do acesso. Casos da tentativa de contratar Marco Antônio em definitivo e das poucas possibilidades de se negociar a permanência de Rafael Navarro.

Botafogo não quer repetir erros de acessos anteriores

Manter Marco Antonio é uma prioridade no Botafogo. Mas depende do Bahia (Foto: Vítor Silva/Botafogo)

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Apenas depois dessas etapas que o Botafogo vai buscar reforços no mercado. Além disso a quantidade vai depender justamente de todos esses fatores. Um exemplo é: para se contratar um goleiro é preciso que Gatito deixe o clube. Se o paraguaio ficar, em boas condições, não há necessidade de se investir nisso em um primeiro momento. E por aí vai.

A única certeza interna em relação ao elenco é que não vai se repetir o erro de acreditar que dá para ir com o que tem na Série A. E que os investimentos serão maiores para 2022, embora ainda não se tenha a expectativa de contratações de impacto sem a chegada de novas receitas. Mas quem sabe eles não chegarão.

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