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Comentarista alerta para excesso de jogadores cadenciadores no Botafogo: ‘É pedir para não competir’

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Por FogãoNET

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Raphael Rezende analisa Londrina 2x2 Botafogo pela Série B
Reprodução/SporTV

O Botafogo teve, no empate em 2 a 2 com o Londrina nesta quinta-feira, mais uma vez menos posse de bola do que o adversário – 41% contra 59%, segundo números do Footstats. O comentarista Raphael Rezende, do SporTV, disse que o técnico Marcelo Chamusca precisa fazer mudanças no time e pediu a entrada de atletas que desarmem mais para se adequar ao estilo de jogo da Série B.

O Botafogo acumula num setor importante jogadores que não te trazem esse combate, como Pedro Castro, Chay, Marco Antônio… Isso cobra a conta para uma equipe que fica menos com a bola do que o adversário. Faria mais sentido usar jogadores de escape, de velocidade pelos lados, e jogadores com mais desarmes e interceptações por dentro. Talvez um 4-1-4-1 que proteja melhor a entrada da área – afirmou Rezende no programa “Troca de Passes”.

– A utilização de jogadores que cadenciam tem que ser feita de uma maneira muito parcimoniosa na Série B. Acumular um grande número deles no time titular é pedir para não competir. A exigência vai mostrar, como será no próximo jogo contra o Náutico, líder da competição. O Chay participou dos gols, mas acho que o time compete menos do que deveria e passa também por ele essa questão – completou.

Pedrinho prefere Chay pelo meio

Para o comentarista e ex-jogador Pedrinho, Chay poderia render melhor pelo meio. O atacante tem se destacado neste começo de Série B, com dois gols e duas assistências em quatro jogos.

– O Chay pode produzir mais por dentro. Você acaba sobrecarregando um jogador que é criativo, é um dos mais lúcidos do Botafogo. Prendê-lo na beirada seria compreensível se o time tivesse um modelo de jogo onde ficasse muito tempo com a bola. Demorou para ele ter uma oportunidade num time grande, os clubes têm muito receio para contratar – afirmou Pedrinho.

Fonte: Redação FogãoNET e SporTV

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