Hugo destaca vitória do Botafogo ‘contra tudo e contra todos’ e se surpreende com torcida no aeroporto: ‘Coisa linda de se ver’

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Por FogãoNET

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Hugo, lateral do Botafogo
Reprodução/ESPN

Hugo acabou sendo o herói da vitória do Botafogo por 3 a 2 sobre o Internacional, neste domingo (19/6), no Beira-Rio, ao marcar o gol decisivo já nos acréscimos. O lateral-esquerdo participou do programa “Sportscenter”, da “ESPN”, nesta segunda-feira, e deu uma entrevista interessante.

A dificuldade da partida, acentuada pela péssima atuação do árbitro Sávio Pereira Sampaio, foi comentada pelo jogador.

– Foi um jogo bem complicado, início difícil, onde perdemos o Sampaio logo de cara em lance que todo mundo viu e não consegue entender o árbitro. Conseguimos dar a volta por cima, manter a cabeça no lugar, nos mantermos juntos, diminuir, empatar e conseguir a vitória no fim. Muito mérito da equipe, todo mundo correu demais, nossos pontas baixaram as linhas para ajudar e aproveitamos os contra-ataques. A vitória, com o contexto do jogo, a arbitragem, até um lance que zagueiro deu chute no próprio companheiro e ele deu tiro de meta, foi um grande resultado – destacou Hugo, que contou como foi o papo com Luís Castro no intervalo.

– No vestiário o Luís Castro chegou bem tranquilo, calmo, só nos motivou. Não houve confusão nem nada. Vimos que dava mesmo com um a menos e com a arbitragem. Ele só nos acalmou, falou para ficarmos tranquilos que daria tudo certo. Deu, saímos vitoriosos – acrescentou.

O lateral revelou surpresa com a presença da torcida (cerca de cem botafoguenses) fazendo festa para recepcionar o time no Rio de Janeiro.

Descemos do avião, do nada estava a torcida, falei “caralho, pqp, um dia desses estavam na porta do CT querendo cobrar”, mas ontem estavam querendo nos apoiar, foi um fuzuê, coisa linda de se ver, beijando nossa cabeça. Que possamos dar mais alegrias, possam estar mais vezes assim felizes, porque os botafoguenses merecem – exaltou.

Hugo também deu detalhes de como foi a atuação do árbitro dentro de campo.

– Só olhava para o árbitro e falava “pqp, que que eu vou fazer com esse cara, que que ele quer?” Conversávamos, vamos fazer nosso jogo e ir até o fim, mesmo contra tudo e contra todos, contra VAR e arbitragem. Nos mantivemos tranquilos. Não agredimos o árbitro, tentávamos explicar, não sei o que passou na cabeça dele. O árbitro ia mais no VAR do que falava conosco mesmo. Não tem muito o que falar. Ele não deu abertura, ficava como se estivesse ouvindo algo no ponto. Focamos para o jogo, para a guerra, batendo ou apanhando, íamos brigar. No fim fui cumprimentar ele, acabou, não volta mais. Que possa melhorar, não aconteça de forma recorrente com ele nos próximos jogos e que reveja suas decisões. Já passou, fico feliz pelo gol e o mais importante foi a vitória – finalizou.

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Fonte: Redação FogãoNET e ESPN

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