Luís Castro elogia Ceilândia e evita individualizar análise no Botafogo: ‘Grau de complexidade do jogo era diferente’

21 comentários

Por FogãoNET

Compartilhe

Luís Castro em Botafogo x Ceilândia | Copa do Brasil 2022
Reprodução/Premiere

A vitória do Botafogo sobre o Ceilândia por 3 a 0 nesta quinta-feira (12/5), pela Copa do Brasil, veio com uma equipe bastante modificada, com muitos atletas que não vinham atuando – até pelo fato de o Glorioso ter vencido a primeira partida também por 3 a 0. O técnico Luís Castro elogiou bastante a equipe do Distrito Federal ao ser instado a fazer uma análise dos destaques da equipe alvinegra.

Quem joga é o Botafogo. Gostei muito como a equipe se entregou completamente ao jogo. Tenho que ter nas minhas avaliações que nossa equipe sempre joga contra um opositor, em determinados graus de complexidade. Viemos de um jogo contra o Flamengo com um grau de complexidade elevadíssima, e hoje foi diferente, sem qualquer desprimor ao adversário. O Adelson (de Almeida, técnico) trabalha muito bem o Ceilândia e está fazendo um trabalho fantástico, a forma como eles jogam é de uma divisão muito acima da qual se encontram no momento. Eu avaliar aqui meus jogadores e comparar as exibições de um jogo em relação ao outro não é correto da minha parte – afirmou.

O Patrick (de Paula) fez aquilo que tem que fazer e que quer fazer em todos os jogos. Acho interessante como as pessoas falam: “Ah, jogou bem!”. Mas a obrigação não é jogar bem? Eu teria que ficar chateado quando eles jogarem mal. Jogar bem não é admiração para ninguém, porque eles foram contratados para jogar bem. Jogou bem e todos devem jogar sempre bem, é obrigação dele. A minha obrigação estar bem, quando estou mal é que é um problema – completou.

Avesso a falar individualmente de seus comandados, Luís Castro concordou que o jogo contra o Ceilândia foi uma boa oportunidade para dar confiança aos jogadores que não vinham atuando e aumentar o nível de opções no elenco.

Sempre que ganhamos aumentam os níveis de confiança dentro de nós. Alguns deles podem se sentir desconfortáveis por não terem atingido níveis mais elevados dentro deles. Eles podem aproveitar esse jogo para mostrar que podem lutar bem por um lugar e que tem condições para isso. Há uma coisa que é fundamental que é o treino, e aí vocês (jornalistas) estão em desvantagem, porque eu vejo treino e vocês não. Vocês tem um exercício muito difícil na profissão. Se o treino não servisse para nada, não treinávamos. O treino serve também para perceber quem são os jogadores que vão servir dentro da ideia que o treinador propõe – explicou Castro.

Fonte: Redação FogãoNET

Notícias relacionadas