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Um ano depois… Chay é útil, mas nível de disputas do Botafogo subiu

Eduardo Mansell

Por: Eduardo Mansell

Chay em Botafogo x Ceilândia | Copa do Brasil 2022
Reprodução/Premiere
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Chay completou um ano de Botafogo. A sua contratação foi o estágio final de um namoro que começou algumas temporadas antes. Em 2019 e em 2020 o jogador despertou o interesse botafoguense. Mas o assunto não evoluiu. A contratação foi um gol de placa, uma vez que ele melhorou demais o time e foi fundamental na conquista da Série B do Campeonato Brasileiro.

Chay era o cérebro do Botafogo na temporada passada. Sem ele o time ficava sem criação. Quando ele era bem marcado o Botafogo tinha dificuldades para avançar. Mas normalmente ia bem em campo. Tanto que foi decisivo.

Um ano depois Chay continua sendo um jogador útil. Ainda mais em um Botafogo que tem na falta de criatividade o seu maior problema. Basta ver como a equipe se comportou mal neste sentido na maior parte do empate por 1 a 1 com o América-MG na rodada passada.

Chay pode aprender muito com Luís Castro

Chay já não é tão decisivo como em 2022. Foto: Vitor Silva/Botafogo

Apesar de sua utilidade, Chay não é mais decisivo como antes. O nível de disputas do Botafogo subiu demais. O jogador vem tentando se adaptar a isso e ao estilo de Luís Castro. Mas a verdade é que na Série A o apoiador não consegue mais o mesmo protagonismo. Não vai ser mais como era antes.

Mesmo sem ter o mesmo protagonismo, Chay deve aproveitar a chance de trabalhar com Luís Castro para corrigir alguns vícios. Prender menos a bola pode ser seu principal aprendizado com um treinador que valoriza toques rápidos. Vontade não falta a ele e nem talento. Ainda pode ajudar muito. Concorda, torcedor?

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