Com time em evolução, só resta detonar a SAF do Botafogo

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Durcesio Mello, presidente do Botafogo, e John Textor, acionista majoritário da SAF Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

Primeiro “ninguém iria querer comprar o futebol de um clube com uma dívida de mais de R$ 1 bilhão”. Compraram. “Até foi vendido, mas foi por um preço ridículo” Aí começaram a pipocar os preços dos demais e o argumento caiu por terra. Agora vamos então focar no time. “Duvido que traga alguém bom”. Aí o elenco começou a ser montado. Depois veio então a preferida de muitos: “Com este time vai cair e aí vai desandar tudo de vez”. Mas pelo visto isso não vai acontecer.

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As contratações encorparam o Botafogo. O time melhorou, vem conseguindo subir na tabela de classificação e apresentando progressos. Tem muito a evoluir, Luís Castro precisa deixar alguns conceitos de lado, mas é nítido que tem muito mais gente preocupada com a falta de progressos de seu time do que o Botafogo.

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Como pelo visto não vai dar para torcer contra em campo, vamos voltar a falar da SAF. “Está um clima ruim, está tudo bagunçado, dirigente saindo e por aí vai. Não sei não…”. O Botafogo continua incomodando muito. Por acaso incomoda sempre os mesmos, os que diziam inclusive que só foi aprovada a legislação das SAFs por que tinha muito político botafoguense.

Efeito Marçal deve ditar ritmo do Botafogo na janela

O Botafogo aos poucos vai se arrumando, o carro vai passando e os cães latindo. Mas sem conseguir fazer nada para deter o carro. As transformações feitas no clube são grandes e podem sempre gerar ruídos. Ninguém faz obras sem efeitos colaterais. Ainda mais uma obra gigantesca como a reconstrução do Botafogo. Assim é a evolução.

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