A derrota o Bahia reflete o atual momento do Botafogo. O clube segue sem rumo fora de campo e, dentro dele, mais uma atuação apática. O começo de jogo até não foi dos piores e dava a impressão de que algo diferente poderia ser apresentado. Porém, a expulsão de Gilson, no meu modo de ver equivocada, transformou o Alvinegro em um bando dentro de campo.

A decisão do árbitro de expulsar Gilson no meu entender foi errada. Mas diante de uma diretoria omissa, que não dá as caras sequer para resolver os menores problemas do elenco, a arbitragem se sente confortável para errar. O presidente Nelson Mufarrej segue no cargo, mas sempre passando a impressão de que a sua cadeira está vazia. Tem quem critique ou defenda o CEP, o Mauricio Assumpção, o saudoso Bebeto de Freitas, o Mauro Ney e vários outros. No caso do Mufarrej o desprezo por parte da torcida é enorme. Nem vale mais criticar. Isso para não falar do vice-presidente de futebol Gustavo Noronha. Outra figura que sequer é notada.

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Barroca ainda ajuda a piorar

Enquanto a diretoria não age fora de campo, Eduardo Barroca complica ainda mais as coisas dentro dele. A apatia do time na volta para o intervalo deixava visível que o segundo gol do Bahia seria questão de tempo. Apático, o comandante demorou a mexer.

Para piorar, Barroca segue sem perceber as coisas mais visíveis, como, por exemplo, o fato de que Cícero precisa esquentar o banco de reservas. Não o faz porque não tem pulso para segurar um possível clima de revolta do medalhão?

Aos poucos o Botafogo vai se complicando em um campeonato que poderia levar com um pouco mais de tranquilidade. Mas no fim, a pontuação chega a ser incrível levando em consideração Mufarrej, Noronha, Barroca, Cícero e outros. Que Deus proteja o Fogão!

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